- Construir genogramas que vão além da estrutura familiar.
- Identificar padrões relacionais que atravessam gerações.
- Levantar hipóteses clínicas com mais clareza.
- Integrar essas informações à conceitualização de caso.

Ele surgiu na Terapia Familiar Sistêmica como uma forma de compreender padrões transgeracionais, vínculos e organização familiar.

Mas ele encontrou na Terapia do Esquema um terreno extremamente fértil: se a TE nos ajuda a compreender como as experiências precoces continuam influenciando o presente, o genograma nos ajuda a enxergar o contexto em que essas experiências foram construídas.
“Ao longo da minha prática clínica, o genograma deixou de ser apenas uma ferramenta para registrar histórias familiares. Hoje, ele é uma das principais formas que utilizo para organizar o raciocínio clínico e compreender como as experiências relacionais continuam influenciando a vida dos meus pacientes.”
JACQUELINE Leão


O paciente conta sua história, mas o genograma revela algo maior.
O pai perdeu a mãe aos oito anos
A avó foi abandonada pelo marido
Separações precoces repetidas ao longo das gerações
Homens que, diante do sofrimento, tendem a desaparecer emocionalmente
O terapeuta deixa de olhar apenas para o indivíduo. Ele passa a compreender uma história emocional que atravessa gerações.
Ao organizar essa história, o terapeuta pode perceber:
Três gerações marcadas pela exigência
Uma família em que desempenho vale mais do que afeto
Pouco espaço para vulnerabilidade
Você deixa de pensar: “Esse paciente é perfeccionista.” E passa a pensar: “Esse modo foi uma estratégia aprendida dentro desse contexto”.
Dentro de padrões
Dentro de vínculos
Dentro de culturas familiares


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