Uma sessão de supervisão começa, com a nossa especialista em Terapia do Esquema, Maria Carolina Guerra, guiando duas alunas que trouxeram seus casos clínicos para discussão. São casos reais, cheios de nuances emocionais, com pacientes que trazem histórias e esquemas complexos.
As alunas apresentam os pacientes que estão atendendo, trazendo a realidade do consultório. Elas descrevem os desafios encontrados, as dúvidas e os momentos que as fizeram pensar:

O que faço agora?
A supervisão começa do ponto onde o terapeuta se sente “travado” ou inseguro, guiando a análise profunda dos casos. Não é uma discussão superficial, mas um mergulho na história de vida do paciente, seus esquemas emocionais, modos disfuncionais e padrões de comportamento.
No registro desta supervisão, vemos a discussão sobre como as alunas analisaram a história de vida, esquemas emocionais e padrões de comportamento de seus pacientes, focando em abuso, inibição emocional e privação emocional.
A especialista Carol orienta a uma das alunas a atualizar a conceitualização do seu caso, incluir informações sobre o tratamento de câncer da paciente, mostrando como fatores atuais influenciam a dinâmica esquemática.
Durante a sessão, houve um debate sobre a classificação de certos comportamentos, como o modo “brabinha” de uma paciente. A especialista ajudou a aluna a considerar diferentes possibilidades e a diferenciar entre modos de enfrentamento que podem parecer similares na superfície, como “produtor raivoso” e “modo de ataque”.
O grande valor da mentoria é sair dela sabendo exatamente o que fazer. A mentora fornece os próximos passos, claros e aplicáveis para a próxima sessão. Para essa aluna, os direcionamentos incluíram:
“Revisar a conceitualização do caso…” “Investigar mais profundamente a história da infância…” “Explorar com a paciente a origem e as manifestações do modo ‘brabinha’…” “Trabalhar com a paciente para desenvolver habilidades de assertividade e expressão emocional saudável…”
Durante sua orientação, a outra aluna percebe que é um passo importante preparar dúvidas sobre como aprofundar e desenvolver o trabalho com sua paciente para a supervisão com Jacqueline Leão, mostrando a continuidade do aprendizado.
Para ela, as instruções dadas pela especialista foram igualmente específicas: “Corrigir a conceitualização de caso conforme as orientações recebidas.” “Reformular o problema relacionado à filha mais nova, focando na relação distante entre mãe e filha.”
Então, o que
você ganha
com a Prática
Supervisionada
do Insere?
Participar deste programa é investir diretamente na sua capacidade de atuar com excelência.
Construção da sua carreira:
Tenha a oportunidade de levar os pacientes atendidos na Clínica Social para seu consultório particular ao final da formação, dando um impulso real à sua prática profissional.